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Transpetro completa 20 anos levando a energia que move a sociedade

14/06/2018

Ao longo de 20 anos de atuação, a Transpetro consolidou sua posição de destaque no mercado brasileiro de transporte e logística de petróleo e derivados. Sua capacidade técnica única, aliada à busca por operações cada vez mais seguras e custos sempre competitivos, credenciam a empresa a enfrentar os desafios futuros, decorrentes das transformações globais que influenciam diretamente a indústria do petróleo, bem como ampliar sua participação no mercado e conquistar novos clientes.

Criada em 12 de junho de 1998, como resultado da lei 9.478/1997 (a Lei do Petróleo, que trouxe uma nova regulamentação para o setor), a Petrobras Transporte S.A. é uma subsidiária integral da Petrobras. Por força da lei que a originou, a Transpetro deve atender ao regulamento do Livre Acesso, que possibilita a outras empresas, e não somente à controladora, acessar as estruturas (dutos e terminais) operadas por ela.

Os primeiros ativos incorporados à Transpetro foram os navios da Frota Nacional de Petroleiros (Fronape), criada em 1950 e integrada à Petrobras em 1953. Em maio de 2000, além das 62 embarcações que já se encontravam sob a sua gestão, a jovem empresa passou a operar 9 mil quilômetros de dutos e 47 terminais, arrendados pela Petrobras.

Hoje, a Transpetro opera 47 terminais, 14 mil quilômetros de dutos e 56 navios, que interligam as áreas de produção, refino e distribuição do Sistema Petrobras e prestam serviço a outras empresas da cadeia do petróleo. Ela atua ainda nas operações de importação e exportação de óleo e derivados, gás e etanol.

Segurança e integridade

O foco em segurança faz parte do DNA da Transpetro desde sua criação. Mas a implantação do Programa de Integridade de Dutos (PID) pela Petrobras, em 2001, representou um marco para a empresa, em função dos desafios colocados para a recuperação e recondicionamento das linhas dutoviárias operadas por ela.

O desenvolvimento tecnológico e a evolução das técnicas de inspeção de dutos também marcaram o período. Em 2003, um convênio firmado pela Petrobras e a Transpetro com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ) e outras organizações possibilitou a implantação do Centro de Tecnologia em Dutos (CTDut), uma espécie de laboratório-escola, em terreno vizinho ao Terminal de Campos Elíseos (Tecam/RJ).

Em 2007, a Transpetro inaugurou seu Centro Emergencial de Reparo de Dutos (Creduto), no Terminal de Guarulhos (SP), região onde há a maior concentração dutoviária do Sistema Petrobras. O objetivo era criar competência e equipe próprias para atuar na integridade das instalações. A localização do Creduto, próxima ao Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), o maior do país, possibilita o rápido envio de equipes para as mais distantes regiões do Brasil.

No transporte marítimo, o lançamento do Sistema de Gestão da Frota (SGF) foi fundamental no gerenciamento dos processos. O propósito era observar os requisitos legais vigentes e as exigências que a Fronape deveria seguir para atuar no mercado. A evolução administrativa da frota levou à implantação, desde 2017, do Tanker Management and Self Assessment (TMSA), sistema de avaliação voltado para a gestão de companhias de navegação do setor de petróleo.

Operações centralizadas

Diferencial tecnológico da Transpetro, a operação centralizada de navios, oleodutos, gasodutos e terminais posiciona a empresa como principal alternativa na logística e transporte de petróleo e derivados no país. Os conceitos de operação padronizada e de maior qualidade dos serviços começaram a ser incorporados em 2002, com a inauguração do Centro de Controle Operacional (CCO), no Edifício-Sede da empresa, no Centro do Rio de Janeiro.

Resultado da modernização das atividades e da necessidade de ampliação da segurança, o CCO substituiu a operação local pela automação, conforme o modelo de atuação das principais companhias de midstream do mundo. A evolução do antigo CCO deu origem ao Centro Nacional de Controle Operacional (CNCL), com estrutura e tecnologia para operar remotamente mais de 14 mil quilômetros de dutos, de norte a sul do país, em tempo integral.

Já o Centro Nacional de Acompanhamento de Navios (CNAN), instalado também na Sede da Transpetro, possibilita, desde 2014, o monitoramento de toda a frota, em qualquer parte do mundo.
 

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